Domingo, como sempre, foi dia de jogo, e por isso não vou me alongar na descrição do dia. Na segunda, eu havia convidado com minha “namorada” Sissi para vir aqui em casa – ela ficou de me trazer a primeira temporada da série Roswell para assistirmos no computador. Passei o dia trabalhando na máquina, e no final da tarde ela chegou. Batemos papo, jantamos, colocamos as fofocas em dia, e depois nos acomodamos para assistir ao seriado. Mais ou menos no terceiro episódio, minha amiga capotou, então a coloquei na cama e voltei para terminar de assisti-lo. E quem disse que eu consegui parar? Só fui dormir depois do nono episódio! Sissi, você me viciou nesse negócio! Sorte (e azar) que são apenas três temporadas… Já terminei de ver todos os filminhos da primeira! 
Depois de uma segunda completamente caseira, eu tinha que fazer alguma coisa na terça, certo? Errado! Não fiz nada de mais na terça, só trabalho mesmo. Para compensar, quarta-feira foi um dia agitado como há muito eu não tinha. Quando eu estava no escritório, à tarde, a Aline me ligou perguntando se eu queria assistir com ela ao documentário Edifício Master, de Eduardo Coutinho, pois ela havia ganhou um ingresso duplo. Como eu nuna recuso uma ida ao cinema, ainda mais de graça, é claro que aceitei o convite!
Pegamos a sessão das 19hs, e fomos brindadas com uma fantástica obra de arte! Para quem não conhece, o filme é um apanhado de entrevistas feitas com moradores do Edifício Master, um prédio em Copacabana com mais de 250 apartamentos conjugados, e que até pouco tempo atrás era reduto de travestis, prostitutas e até casas de massagem. Cada relato é diferente, contando histórias de pessoas jovens e velhas, esperançosas e desesperadas, felizes e tristes. O lado humano dos personagens, totalmente reais, comove e encanta a platéia ao longo das quase duas horas de filme. Como de hábito, não vou contar as histórias aqui para não matar a graça da película para quem pretende assistir. Altamente recomendado!
Depois do filme, viemos para casa para que eu pudesse trocar de roupa, e partimos pouco depois para um bar aqui em Ipanema onde um amigo da Aline estaria tocando com sua banda. O nome do lugar é Alhambra Steak House, e fica do lado do Itahy, na praça Nossa Senhora da Paz. Fomos lá, fizemos a social básica, ouvimos a primeira metade do show e de quebra ainda assistimos à derrota vitoriosa do Fluminense lá em São Caetano pela tevê. Como não conhecíamos ninguém além do amigo da Aline, baterista da banda, fomos para nosso point de fim de noite, o Shenanigan’s.
Nosso pub favorito estava com uma configuração atípica: não estava cheio, mas mais de 80% dos freqüentadores eram homens, e as mulheres estavam praticamente todas acompanhadas. Como era quarta, pedimos um prato de cajun seafood para provarmos o especial do dia, e não nos arrependemos: a porção de peixe, camarão, arroz e legumes era fartíssima, e pudemos dividi-la irmãmente. O melhor de tudo é que aquele pratão custou apenas R$11,00! Ótima pedida para quem costuma ir lá às quartas, viu povo?
De resto, ficamos conversando tranqüilamente, sendo importunadas apenas por um rapaz meio sem noção que não ficou nem cinco minutos sentado à nossa mesa. Na hora de pagar a conta, a Aline puxou papo com um par de espanhóis bastante simpáticos, ainda que deslumbrados demais – tanto que nem nos empolgamos com o papo dos caras, embora eles fossem bem apessoados. Fim de noite, hora de ir para casa dormir – quinta-feira guardava surpresas divertidas para nós. Mas ela vai ficar para mais tarde, quando eu acordar… Au revoir!








1 devaneio »