Mood: Com um novo propósito!
Music: I Feel Good, James Brown
Hoje foi um dia extremamente produtivo na minha vida, e não trabalhei um só segundo dele. Como, vocês me perguntam? Simples: me diverti à beça, e no meio da diversão eu e minhas amigas Aline e Marcia tivemos um lampejo de genialidade. Mas já vou chegar lá…
Na sexta, corri (literalmente) para a estréia de O Senhor dos Anéis – As Duas Torres no UCI, na Barra. Além de rever diversos amigos queridos e sumidos, fui brindada com um espetáculo visual de três horas de duração, ainda que o diretor Peter Jackson tenha tomado desta vez liberdades demais com a história escrita pelo genial Tolkien. Apesar das mudanças, o filme é sensacional: ação ininterrupta, personagens ainda mais interessantes, ótimas atuações e um cenário de tirar o fôlego! Destaque especial para o estupendo Gollum, que ficou mais perfeito do que a própria caracterização do livro, e para a impressionante cavalgada dos Rohirrim morro abaixo. Pra variar, não vou contar a história para não ser estraga-prazeres, mas meu único problema com a película é o pobre do Faramir, que passou do ideal de nobreza e caráter para uma cópia mal ajambrada do irmão mais velho. All in all, as demais modificações na história não estragaram o espírito da obra, e algumas certamente eram necessárias na adaptação cinematográfica. Conclusão: o filme é melhor do que o primeiro, apesar do Faramir.
Depois do cinema, ficamos batendo papo durante horas, e descobri com o Saraiva que o GameWorks vai fechar no final de fevereiro. Que lástima! Tenho que ir jogar Silent Scope 2 lá antes que tudo se acabe…
No sábado, acabei sendo levada pelo meu irmão para mais uma sessão de As Duas Torres, dessa vez no Cinemark de Botafogo. Depois do filme, fomos almoçar no Kotobuki (yummy!), e à noite recebi em meu lar o Engel, a Aline e o Cabral para ver a versão extendida de A Sociedade do Anel, que na verdade eu já havia visto na casa do Fernando, na semana anterior à estréia da segnda parte da história. Já de madrugada, fomos ao Letras & Expressões bater papo e beber choppinhos, voltando para casa depois de amanhecer.
Domingo foi o dia da minha última sessão de RPG do ano, como de praxe, e meu maninho Péuna protagonizou cenas hilárias da partida, como o momento em que seu personagem, um especialista em armas, resolveu atacar um inimigo com um poderoso… soco! E, não satisfeito, ao ser preso em uma chave de braço, bateu no oponente para indicar que estava se rendendo! Não preciso dizer que ele quebrou o braço, né?
Na segunda, passei no escritório para levar o HD da máquina principal de volta, e buscar meus últimos pertences que ainda estavam por lá. E terça passei o reveillon na praia de Copacabana, assistindo à queima de fogos com meus pais, meu irmão e minha cunhada, um casal de amigos e o Charlie, claro! Depois, voltamos para casa e as figurinhas carimbadas vieram me visitar: Lúcio e Shell, Engel e Elizângela, Aline e Marcinha. As duas últimas ficaram para o tradicional “primeiro café da manhã do ano”, com panetone e champagne!
Quarta fui ao cinema com minha mamãe, para assistir à comédia Doce Lar. Previsível e engraçadinho, o filme conta com o carisma dos atores para embalar a história água-com-açúcar, e se presta bem a seu papel de ser facilmente digerível. Bem “Sessão da Tarde” mesmo, para ver no cinema só se os outros filmes estiverem esgotados. É legal, mas vocês podem esperar o lançamento em vídeo e DVD sem prejuízos maiores.
Já na quinta, a Aline me chamou para vermos Madame Satã na Casa de Cultura Laura Alvim. O filme é interessante, mas termina exatamente na hora em que começa a engrenar. Ele narra a história de João Francisco, um malandro da Lapa dos anos 30 que se transforma num defensor de travestis e homossexuais, personagem histórico real do Rio de Janeiro. O problema é que o diretor conta com perfeição a trajetória de João Francisco, mas quando ele vira Madame Satã e a coisa esquenta, os créditos aparecem. Fiquei um pouco frustrada com o desfecho da história, que ainda assim é muito boa.
Do cinema, partimos para o indefectível Shenanigan’s, fazendo antes um pit-stop num quiosque da parai para tomar uma deliciosa água de coco. Já em nosso pub favorito, nosso grupo recebeu reforços: Marcinha, Ygor e Lívia se jutaram a nós para uma animada conversa, e ganhei do Ygor meu presente de Natal: um CD com gravações de covers do Iron Maiden, tudo de bom! Ele e Lívia foram embora cedo, mas eu, Aline e Marcia ficamos lá até tarde. O melhor da noite, no entanto, aconteceu no carro da Marcinha, num papo cabeça que tivemos na porta do meu prédio: decidimos montar o Namoros Nocivos Anônimos, um grupo de assistência no estilo do Alcóolicos Anônimos, mas direcionado a pessoas viciadas em relacionamentos afetivos auto-destrutivos. Nossa primeira reunião será esta noite, na Sister Moon. E em breve certamente teremos novidades sobre esta grande empreitada! Aguardem! :-)
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