Mood: Completamente gripada
Music: This Is The Day, The The
Esqueci de dizer no meu post de atualização que fui assistir na outra semana a Prenda-me Se For Capaz, a última proeza da dupla Spielberg/Tom Hanks cujo protagonista é Leonardo di Caprio. Embora eu sempre tenha defendido o pobre garoto, que ficou estigmatizado por Titanic mas que é, no fundo, um bom ator, desta vez ele não precisou de minha ajuda: sua caracterização do falsário Frank Abagnale Jr. está simplesmente sensacional! Hanks também está ótimo como o policial bobalhão que é repetidamente ludibriado pelo protagonista, mas que mesmo assim desenvolve um carinho especial pelo pilantra, e vale ainda salientar a magistral participação de Christopher Walken (que eu adoro) como o pai de Frank. Divertido e extramente inteligente, o filme merece ser assistido por muita gente, especialmente por se tratar de uma história verídica. Gênio é assim mesmo, ainda que utilizado para o mal…
Falando de Carnaval, contei este ano com a ilustre presença de meu amigo paulista Lê (também conhecido pela alcunha de “Leandro de Itaquera” – para quem não entendeu a piada, é uma das escolas de samba de São Paulo), que se bundeou de Sampa para passar a folia de Momo comigo. Prometi a ele que faríamos um circuito off-carnavalesco, e foi o que fizemos!
Na sexta, ele ainda não tinha chegado, e como o pessoal estava sem muito ânimo para sair, acabamos indo para a casa do Fernando assistir a filmes velhos no vídeo. Levei minhas fitas arcaicas com pérolas gravadas nos áureos tempos da Globo, como o primeiro episódio de TV Pirata e o magnífico Monty Python Em Busca do Cálice Sagrado (que não assistimos inteiro, já que ficamos batendo papo a maior parte da madrugada). Lista de presentes: eu, Fernando e Andréa, Leandro e Patrícia, Péuna e Kmila (mais tarde).
Sábado, já com a companhia do Lê, fomos à Casa da Matriz (como sempre), que estava mais vazia do que de hábito – e olha que os sábados lá têm sido bem tranqüilos. Conversamos, dançamos um bocado, bebemos e rimos bastante! Lista de presentes: eu, Lê, Fernando e Andréa, Leandro e Patrícia, Péuna e Fernandinha.
Como ninguém do nosso grupo viajou, domingo foi dia normal de jogo, e todo mundo resolveu aparecer (tirando o Guilherme, que arranjou outro grupo e não quer mais saber da gente). Com a participação especial do Lê, éramos dez pessoas no total, todas interpretando personagens malvados em nossa Evil Bitches Campaign de Greyhawk. Apesar do potencial enorme para confusão, aumentado pela quantidade de cerveja que consumimos durante o jogo, a sessão andou bem e todos se divertiram. Lista de presentes: eu, Lê, Fernando, Péuna, Leandro, Claudinho, Máuco, Helinho, Siri e Alexandre.
Na segunda-feira, depois de um farto repasto no Outback, voltamos à Matriz, desta vez para encontrar a casa lotada por conta da festa roqueira A Maldita. Mais uma vez, dançamos e bebemos bastante, e voltamos para casa de manhã (uma constante durante o Carnaval). Lista de presentes: eu, Lê, Leandro e Patrícia.
Terça de Carnaval, depois de beber todas a nos acabarmos, decidimos fazer um programa mais saudável, e fomos caminhar da entrada das Paineiras até o alto do Corcovado. Na volta, Lê queria passear por Santa Tereza, e lá fomos nós procurar algum lugar onde poderíamos almoçar (depois das cinco da tarde!). Fomos frustrados pelo bloco Carmelitas, que parou o bairro, e desistimos de comer por lá porque íamos jantar num restaurante japonês. Nossos companheiros de orgia gastronômica nos abandonaram, no entanto, e terminamos aqui em casa assistindo a O Pacto dos Lobos no vídeo. Aliás, juro que não entendo como tem tanta gente que achou esse filme bom: o roteiro é uma peneira, completamente furado e sem sentido, além de previsível ao extremo, e a única coisa que se salva é o gostosão do Marc Dacascos, apesar de seu personagem ser um índio canadense xamã ninja kickboxer. Lista de presentes: durante o dia, eu, Lê, Fernanda, Leandro e Patrícia. À noite, eu, Lê, Péuna e Kmila.
Na quarta, dia do Lê nos abandonar, passei a tarde fazendo backup dos arquivos e programas importantes do meu computador, porque decidimos formatar a máquina e instalar o Windows XP. Eu e meu irmão levamos nosso paulista para a rodoviária, e depois voltei ao trabalho, mas só consegui terminar tudo na quinta de manhã, quando finalmente o HD foi formatado e o novo sistema operacional, instalado. Ufa!
No próximo post: Chicago!
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