Detalhe: recebi tantas visitas hoje por conta do destaque que o visitante 6.000 ficou perdido em meio à multidão… Ou seja, nada de presentinho dessa vez! Fica para os 7.000!
Mood: Feliz!
Music: Escravo da Alegria, Vinícius e Toquinho
Sempre que tenho um tempinho livre, dou uma passada no meu blog para ler os comentários do pessoal e para visitar os links dos amigos. Qual não foi minha surpresa ao ver, ao invés dos tradicionais 3 ou 4, mais de 15 comentários! Estranhando, fui ler, para entçao descobrir que eu tinha sido escolhida como destaque do Weblogger. Nunca fiz campanha, não faço idéia de quem tenha me indicado ou votado em mim, mas aproveito a deixa para agradecer a eles e a todos os demais visitantes. Merci! Voltem sempre!
Hoje vou falar um pouco sobre meu mais recente vício: um joguinho extremamente bem bolado chamado Heroclix. É um jogo de miniaturas produzido pela Wizkids, em que você monta times de super-heróis para cair na porrada. Já foram lançadas séries com heróis da Marvel e da DC, e em breve a empresa estará disponibilizando também miniaturas baseadas em revistas de outras editoras, como Image, Dark Horse e outras.
Parece complicado, mas o jogo em si é bem simples: cada miniatura tem um custo em pontos, que é o que você considera na hora de montar seu time (normalmente, eles têm entre 200 e 500 pontos – os jogadores decidem). E cada uma tem poderes e habilidades diferentes, de acordo com o que os personagens são capazes de fazer nos quadrinhos: a miniatura do Hércules tem superforça, enquanto a da Kitty Pryde tem intangibilidade. Esses poderes se dividem em quatro categorias: movimento, ataque, defesa e dano. E é só. As miniaturas são caras, mas o jogo é diversão garantida!
(texto escrito ontem à tarde, em meio a uma pausa na labuta)
Andando na rua esta tarde, tive uma epifania: nenhuma mulher no Rio de Janeiro deveria ter problemas de baixa auto-estima. As cantadas, olhadas e comentários de passantes, porteiros, operários e outras categorias de homem deveriam ser o suficiente para massagear o ego de qualquer garota, especialmente porque sabemos que a maioria dos membros genéricos do sexo masculino encaixa-se no subgrupo “sem critério”, ou seja, se tem dois cromossomos X, tá valendo.
Cito meu próprio exemplo: caminhei por dois quarteirões, ida e volta, e neste curto percurso ouvi um “Espetáculo!” e senti duas olhadas me acompanhando (parêntese explicativo: como todos vocês deveriam saber, as mulheres nascem com um sensor de olhares embutido, que nos permite identificar quando estamos sendo observadas até mesmo de costas. Fim do parêntese explicativo) – e olha que não sou nenhum pedaço de mau caminho e estava toda esculachada.
Tem mulher que se ofende com esse tipo de coisa; pessoalmente, só fico revoltada com comentários de baixo calão. Nem todo homem é um cavalheiro, e cantadas de rua são sim uma maneira de fazer um elogio à moça em questão, mesmo que a forma não seja a ideal. Normalmente, acho engraçado e inofensivo.
Um caso em especial merece destaque: certa vez, quando eu ainda trabalhava no Centro, estava eu subindo a Rua do Ouvidor como fazia todos os dias quando um dos trocentos camelôs que ocupam a rua olhou diretamente para mim e, sem titubear, começou a cantar em altos brados: “Te amo Espanhola, te amo Espanhola…” Quem me conhece pessoalmente e não tem QI limítrofe vai entender a piada! Cheguei ao escritório às gargalhadas, é claro, embora não ache que neste caso específico o objetivo do dito camelô tenha sido me impressionar.
Bizarro é quando você está andando calmamente e um sujeito bem-vestido, de terno e gravata e bem aprumado, te lança uma bomba pornográfica: tais eventos, ainda que raros, não cansam de me surpreender. É aquela velha máxima, “quem vê cara…”
Sei que estou devendo posts decentes por aqui, mas tenho andado tão atarantada por conta de trabalho que não tenho nem novidades para contar, nem tempo de escrever bobagens. Por isso, este blog entrará em recesso temporário, até que eu consiga fazer algo interessante e tirar uma folga para relatar.
Há muito tempo eu não recebia uma mensagem tão engraçada!
Diálogo entre George Bush e Condoleezza Rice
George Bush: Condi! Nice to see you. What’s happening?
Condoleezza Rice: Sir, I have the report here about the new leader of China.
George: Great. Lay it on me.
Condi: Hu is the new leader of China.
George: That’s what I want to know.
Condi: That’s what I’m telling you.
George: That’s what I’m asking you. Who is the new leader of China?
Condi: Yes.
George: I mean the fellow’s name.
Condi: Hu.
George: The guy in China.
Condi: Hu.
George: The new leader of China.
Condi: Hu.
George: The Chinaman!
Condi: Hu is leading China.
George: Now whaddya ask me for?
Condi: I’m telling you Hu is leading China.
George: Well, I’m asking you. Who is leading China?
Condi: That’s the man’s name.
George: That’s who’s name?
Condi: Yes.
George: Will you or will you not tell me the name of the new leader of China?
Condi: Yes, sir.
George: Yasser? Yasser Arafat is in China? I thought he was in the Middle East.
Condi: That’s correct.
George: Then who is in China?
Condi: Yes, sir.
George: Yasser is in China?
Condi: No, sir.
George: Then who is?
Condi: Yes, sir.
George: Yasser?
Condi: No, sir.
George: Look, Condi. I need to know the name of the new leader of China. Get me the Secretary General of the U.N. on the phone.
Condi: Kofi?
George: No, thanks.
Condi: You want Kofi?
George: No.
Condi: You don’t want Kofi.
George: No. But now that you mention it, I could have a glass of milk. And then get me the U.N.
Condi: Yes, sir.
George: Not Yasser! The guy at the U.N.
Condi: Kofi?
George: Milk! Will you please make the call?
Condi: And call who?
George: Who is the guy at the U.N?
Condi: Hu is the guy in China.
George: Will you stay out of China?!
Condi: Yes, sir.
George: And stay out of the Middle East! Just get me the guy at the U.N.
Condi: Kofi.
George: All right! With cream and sugar. Now get on the phone.
(Condi picks up the phone.)
Condi: Rice, here.
George: Rice? Good idea. And a couple of egg rolls, too. Maybe we should send some to the guy in China. And the Middle East. Can you get chinese food in the Middle East?
Coisas bizarras que a gente descobre pela Net: faça este teste e descubra qual seria seu nome se você fosse ator/atriz de filmes pornô! O meu seria Wendy Wantone.
Tem também este outro teste aqui, ó:
What Is Your Animal Personality?brought to you by Quizilla
EVERYTIME WE SAY GOODBYE
Cole Porter
Every time we say goodbye, I die a little.
Every time we say goodbye, I wonder why a little.
Why the gods above me, who must be in the know,
think so little of me they allow you to go.
When you’re near there’s such an air of spring about it.
I can hear a lark somewhere begin to sing about it.
There’s no love song finer
but how strange the change from major to minor,
Every time we say goodbye, every single time we say goodbye.
Ah sim, esqueci de dizer uma coisa muito importante: a cabeça de vento aqui deixou todos os chocolates que comprou e ganhou de Páscoa em casa. Isso significa que, além de termos comido pouquíssimo chocolate no domingo (e o que comemos ter sido cortesia da Andréa), tenho ovos e bombons suficientes para meses de delírios gastronômicos e engordativos (como se isso me preocupasse!). Minha acne agradece!
Por acaso, estava eu lendo o jornal pela manhã quando meus olhos passaram sobre a seção do horóscopo. Estava lá escrito, e eu cito: “Tranqüilidade e romantismo na vida afetiva. Sucesso nos seus empreendimentos. Lucros. A saúde emocional retorna, depois dos abalos sofridos no passado. Neste período você verá o resultado positivo dos seus esforços, em todas as áreas da sua vida.”
Aí, curiosa como sou, fui consultar outros horóscopos igualmente confiáveis em outros jornais de grande porte, para saber se esta maré de sorte era uma previsão isolada. A Folha de São Paulo foi dúbia: “O tema hoje é a vida diária, este microcosmo em que você paga todo erro cometido no passado e também recebe de presente todo o beneficio de ação correta e justa que concluiu. Seja atencioso com colegas de trabalho, cuidadoso na aparecia. Suspenda consultas medicas e não inicie tratamentos: dará tudo errado!” Isso pode indicar que estou colhendo agora os bons frutos das sementes que plantei com carinho no passado…
O astrólogo do Jornal do Brasil foi mais veemente: “A disposição do dia revela mudança em seus interesses materiais, sejam de trabalho ou relacionados à família. Pessoalmente e no amor isso se refletirá no seu comportamento, beneficiando-o.” Oba!
Completando minha peregrinação, consultei o especialista do jornal O Dia, que me tranqüilizou: “A Lua em Capricórnio cria base sólida para a realização de seus desejos. Este é um momento positivo para sua vida emocional e sentimental, sentindo-se mais confiante.” Aí voces me perguntam: o que eu faço da vida para perder meu tempo escrevendo um post como esse?
Na verdade, não acredito em horóscopo de jornal (como minhas tiradas irônicas aí em cima devem ter demonstrado). Acho engraçado, no entanto, comparar as previsões dos astrólogos, que teimam em querer que acreditemos que uma mesma previsão vale para a décima-segunda parte da população brasileira (ou seja, todas as pessoas nascidas sob o mesmo signo). Adquiri este passatempo na época em que eu fazia clipping – uma das poucas coisas legais do trabalho é ler os quadrinhos e os horóscopos de todos os jornais. Não é sério, obviamente.
Mood: Pós-feriadão
Music: Head Over Feet, Alanis Morissette
Ai, ai… pena que já acabou. Os últimos dias foram quase paradisíacos, e dói no coração saber que eles terminaram. Não vou chatear vocês com detalhes de minha viagem a Ubatuba, farei apenas um apanhado dos highlights desta Semana Santa:
* Meu amado (obviamente, ele tinha que ser o número 1, né?)
* As belíssimas praias de Ubatuba, cercadas de mato e limpíssimas
* Os dois dias de tempo bom que tivemos (bastante para um lugar também conhecido como Ubachuva)
* Jogar truco com todo (quase) mundo bêbado
* Jogar poker com (quase) todo mundo bêbado
* O Momento Kang (piada interna)
* A casa onde ficamos, show de bola
* Churrasco (mesmo na Sexta-Feira Santa, e mesmo que isso nos condene)
* Os poucos habitantes do local com quem interagimos, muito simpáticos
* Deitar nos braços do amado na rede para descansar
* A Rio-Santos, uma estrada maravilhosa
* O cheiro do mato molhado que sentíamos dentro de casa
* A presença dos amigos
* Viajar com meu irmão, depois de muito tempo sem fazê-lo
Coisas ruins da viagem:
* Hora da despedida (do amado, da casa, da cidade…)
* Os mosquitos
* Começar a chover na hora em que estávamos na praia
* O trânsito na estrada
* Motoristas trafegando pelo acostamento
* O feriado durar apenas quatro dias
* Voltar para casa gripada (mesmo por um bom motivo)
No final das contas, o saldo foi infinitamente positivo, é claro.
Devo estar me esquecendo de alguma coisa, mas não deve ser nada primordial. Mas, para resumir tudo em uma só frase, a viagem foi maravilhosa, divertida e certamente inesquecível. Vai ser uma das melhores lembranças que carregarei comigo quando estiver em Londres!
Mood: Superanimada!
Music: Surfin’ USA, Beach Boys
Ufa! Acabei de voltar das compras: fui voluntária para garantir o abastecimento de nosso refúgio durante a Semana Santa, o que significou ter de ir ao supermercado comprar toneladas de coisas, entre comida, bebida e outros suprimentos. A partir de agora, vou dar graças aos céus toda vez que eu entrar num Zona Sul para fazer compras; fui no Mundial, porque é beeeem mais barato, mas que sufoco! O inferno é algo bem próximo daquilo. 
Vou me despedindo de vocês, caríssimos leitores, por aqui – embora só viajemos amanhã à tarde, certamente não terei tempo de postar nada de manhã, atolada com os últimos preparativos (como arrumar a mala, separar as coisas para levar, etc.). Uma ótima Páscoa para todos, cheia de ovinhos de chocolate e tranqüilidade. Have fun!
Antes de começar este post, um recado importante: já que o visitante de nº 5000 jamais se manifestou, presentearei o de número 5555 com um singelo regalo de minha autoria. Logo, fiquem de olho naquele contador embaixo do Tag Board, e me avise se você for o sortudo!
Ontem minha “namorada” (totalmente platônica, garanto – não, meninos, nem adianta se empolgar!) Sissi esteve aqui em casa. Ela foi uma das melhores coisas que eu “herdei” de um ex-namorado maluco – nossa amizade se estreitou por causa dele, de certa forma, e depois que o namoro terminou, ficamos ainda mais próximas. Hoje, ela é minha companheira, confidente e eventual anfitriã ou hóspede (vira e mexe ela vem dormir aqui, ou eu vou pra casa dela; é que ela mora na Ilha, ou seja, do outro lado da cidade), e posso afirmar sem dúvidas que ela é uma das pessoas que melhor me conhece, não apenas por conhecer boa parte de minha vida, mas por entender as coisas que penso e sinto como poucos. E, mesmo sem nos falarmos todo dia, e nos vermos com pouca freqüência, ela faz parte do meu cotidiano, e é alguém que admiro profundamente. Nunca tive uma “melhor amiga”, mas se este posto existir, com certeza é ocupado pela Sissi. Não querendo desmerecer minhas outras amiguinhas, claro!
Terminado o momento romântico, vamos a um esclarecimento: eu disse que estou in love; não sei se estou namorando, e há algum tempo parei de me preocupar com tais formalidades. Está bom para ambas as partes? Então tá ótimo. Sem rótulos, títulos ou atribuições. Sou a pessoa mais tranqüila do mundo em relação a essas coisas, não sou do tipo insegura, que precisa de confirmação o tempo todo. O que importa é o que sinto pela pessoa e o que ela sente por mim. E só.
Agora, deixa eu voltar pro trabalho que meu livrinho me espera!
Random Rants from a Lazy Monday
* Não odeio segundas-feiras
* Mal posso esperar pelo feriado
* Meu pai é um cara foda
* Estou com saudades da Nanan
* Queria que o tempo no Rio fosse assim mais vezes
* É bom (mas perigoso) trabalhar em casa
* Tradução pode dar dinheiro, mas é chato
* Mal posso esperar pelo feriado
* Amo provolone
* Amo mais ainda sorvete
* Odeio dever dinheiro
* Sei fazer origami!
* Being in love is sooooo nice
* Mal posso esperar pelo feriado
Eu sempre quis morar no exterior. Mais especificamente, sempre quis morar na Europa. E, desde que fui a Londres pela primeira vez, sabia que era lá que eu queria morar de verdade. Por quê? Não sei explicar direito. Fiquei lá apenas por dez dias, e fiz basicamente programas de turista (Tower of London, museus diversos, aquelas coisas), mas tive uma sensação muito forte de que um dia aquela cidade ainda seria parte importante da minha vida.
Quase todo mundo com quem eu converso sobre a viagem (parêntese explicativo: se você está lendo este blog pela primeira vez hoje e não me conhece, em setembro parto para Londres, onde ficarei um ano fazendo mestrado) exibe uma ou mais das seguintes reações: espanto (quase sempre), proto-tristeza (aquela tristeza que não é bem uma tristeza, mas uma antecipação das saudades), admiração (pela coragem de morar sozinha e me virar durante um ano num país estranho), apoio (“vai ser muito bom pra você!”). Minha mãe é um caso à parte; outro dia ela veio conversar comigo:
- Coração de mãe não se engana.
- Do que você está falando, mãe? – perguntei, intrigada
- Da sua viagem. Meu coração diz que você não volta.
- Queísso, mãe, por que eu não voltaria?
- Você vai conhecer alguém e ficar por lá.
Se tivéssemos tido este mesmo diálogo há dois meses atrás, talvez eu concordasse com ela, e dissesse: “é uma possibilidade”. Hoje, porém, eu tenho certeza de que vou voltar. Posso demorar um pouco mais de um ano, dependendo das circunstâncias, mas volto. Aí vocês me perguntam: pô, mas com tanto motivo pra ficar por lá, com o Rio do jeito que está, você tendo passaporte alemão (e, logo, sendo considerada cidadã da União Européia), vai voltar pra quê? Respondo:
* Porque amo meu país, minha cidade, e quero poder ajudá-los a melhorar de alguma forma, mesmo que seja fazendo apenas um pouquinho. Tenho certeza que o que eu aprender por lá, seja na faculdade ou na vida, vai me acrescentar muitas coisas que poderei aplicar aqui.
* Porque não consigo me imaginar vivendo muito mais tempo do que isso longe das pessoas que amo, e que têm aquele lugarzinho reservado no meu coração, onde quer que eu esteja, e independente de quanto tempo eu passar fora. Minha família, meus amigos queridos, todos que fazem diferença na minha vida – sei que sou importante para eles, mas, mais do que isso, eles são fundamentais para mim.
* Porque continuo sendo aquela romântica incurável idiota, não apenas no campo sentimental/afetivo, mas também por acreditar que dinheiro não é a coisa mais importante do mundo, que sucesso é um conceito relativo e que não pode ser medido pelo seu carro ou sua conta bancária, e por acreditar que tudo tem um tempo certo para acontecer – agora é o tempo do meu mestrado, não de me mudar permanentemente. No futuro, claro, posso mudar de idéia.
Sei que essa viagem será uma puta oportunidade para mim, em todos os sentidos, e jamais abriria mão dela. Sinto que tenho maturidade suficiente para dizer que este é o momento ideal, em que tenho discernimento e responsabilidade suficientes para fazer minha estada em Londres ser um sucesso retumbante. E, disso vocês podem ter certeza, voltarei mudada, porque acredito que mudamos um pouco todo dia, mas nunca deixarei de ser quem sou.
(E você aí, que estava torcendo pra eu mudar completamente, pode tirar o cavalinho da chuva. It’s not going to happen.)
Mood: Trabalhadora do meu Brasil
Music: Elevation, U2
Não tenho postado nada essa semana porque, até ontem, nada de mais tinha acontecido. Fiquei em casa trabalhando todos os dias, e só saí para treinar na terça-feira.
Ontem, porém, foi aniversário de meu amigo Leandro, e fomos comemorar no Shenaningan’s. Eu, Péuna e Kmila chegamos lá cedo, por volta das 20hs, e conseguimos uma daquelas mesas grandes assim que o aniversariante chegou. Quase todo o pessoal do meu grupo foi, acompanhados de suas respectivas namoradas/esposas/whatever – até minha mãe foi! Claro que, num pub, tem gente que perde a linha e passa da conta no álcool, mas, entre mortos e feridos, salvaram-se todos.
Hoje eu ia a uma feira de intercâmbios/estudo/trabalho no exterior, mas acabei desistindo. Já sei mais ou menos o que fazer da vida antes e depois de chegar em Londres mesmo. Pena que só vou poder tirar uma carteira de estudante internacional em setembro, que é quando a matrícula de fato acontece… Que saudade de pagar meia-entrada nos lugares!
Mood: Sonolenta
Music: I Touch Myself, Divinyls
Impressionante como certas coisas cansam à beça e a gente nem percebe. Apesar de não ter saído na sexta, acordei cedo no sábado para tomar café no Copacabana Palace com meu primo da Inglaterra (gente fina é outra coisa), e voltei de lá correndo porque tinha torneio do card game do Senhor dos Anéis marcado para o meio-dia. Fiquei lá na Point HQ com o pessoal até as 19:30hs, e cheguei em casa destruída e faminta (compreensível, já que não almocei). Tirei um cochilo, e tomei uma sopinha ao acordar, já no embalo para ir à Matriz. Até dancei um bocado, considerando meu estado lastimável, mas lá pelas três da madrugada eu já queria ir embora, o que não é nem um pouco característico.
Quando cheguei em casa, pensei que fosse capotar direto, mas depois do necessário banho que tomei, perdi o sono. Resolvi assistir a Triplo X, que eu tinha alugado na véspera para meu irmão ver, e dormi nos primeiros vinte minutos de filme. Só consegui ver tudo hoje – aliás, o filme é bem divertido, eu esperava muito menos. Nada demais, totalmente previsível, mas bem feitinho e engraçado.
Meu programa para hoje foi procurar emprego em Londres, já pensando no que fazer para pagar minhas contas por lá, e no finzinho da tarde capotei mais uma vez. Eu costumava precisar de bem menos sono há alguns anos atrás… devo estar ficando velha mesmo.
Mudança de planos: minha ida à Sister foi cancelada até segunda ordem, uma vez que a aniversariante está de cama em casa, impossibilitada de comemorar a data festiva. Logo, além de um buraco na minha agenda, terei uma provável economia financeira – e, já que tenho que acordar cedo amanhã, provavelmente vou ficar em casa mesmo.
Ah sim, e recebi um convite para trabalhar na Bienal do Livro deste ano. Nas duas últimas edições, como estava trabalhando, não pude participar da farra, mas como estou desempregada e necessitada de grana, e fiquei comovida com o amoroso convite que recebi, desta vez provavelmente estarei por lá. Vou descobrir na próxima semana.
Mood: Quebrada
Music: Stripped, Depeche Mode
Sabe quando você sente que tem muito a dizer, mas não sabe por onde começar? É mais ou menos assim que estou me sentindo. Isso e com o corpo completamente dolorido, ainda por conta do treino de terça-feira – é castigo divino, para que eu não fique mais esse tempo todo sem treinar. Ah, e cansada também, mas a essa hora, isso era de se esperar.
Minha programação do fim de semana já está quase toda definida. Amanhã é dia de Sister Moon, para o aniversário da Marise. Já no sábado, retornarei à Casa da Matriz, onde não vou desde o Carnaval, para a comemoração do niver do Leandro. Domingo, se eu ainda estiver viva e bem, devo ficar em casa trabalhando, a não ser que alguém me salve deste triste destino.
(Que gostoso! Fiquei batendo papo no telefone com ele durante horas, e ainda por cima tomei chuva! Vou dormir feliz!)
Um dia eu vou ter que acertar o meu relógio biológico. Por conta de minha tendência natural a ser notívaga, e da ausência de motivos para que eu acorde cedo diariamente, não consigo mais dormir antes de duas da madrugada. Tudo bem que sempre fiquei acordada até tarde, ganhando inclusive o singelo apelido de dama da noite do meu pai – quando eu tinha uns nove, dez anos de idade, passava madrugadas inteiras acordadas em casa durante o período de férias escolares, organizando as fitas de vídeo que tínhamos às dezenas: eu assistia tudo e decupava as fitas, e isso numa época em que eu nem fazia idéia do que era decupar! Só virginiano mesmo pra fazer uma maluquice dessas!
Hoje em dia, no entanto, não consigo mais aproveitar meu tempo de maneira tão produtiva. Desde que tenho Internet em casa, e isso já faz algum tempinho, as madrugadas passaram a ser dedicadas a longas horas de bate-papo com amigos próximos e distantes, substituindo o telefone (ao menos em parte). O problema é que agora quero dormir mais cedo, e simplesmente não consigo mais. Deito na cama, assisto TV, leio alguma coisa, mas o sono só começa a chegar no meio da madrugada. Também, são anos e anos de condicionamento – não podia ser muito diferente.
Esta noite, a história se repete. Já são uma e meia, e cá estou eu, blogando, quando eu deveria estar dormindo. Vamos ver se consigo regular meus horários um dia no futuro próximo… se é que eu realmente quero isso, claro…
Mood: Cansada, mas muito feliz!
Music: Stay, U2
Hoje foi um dia repleto de boas novas! Queria que todos os meus dias fossem minimamente parecidos com este…
* Confirmei minha “bolsa de estudos” (longa história, depois eu explico com calma!), e agora tenho certeza de que realmente vou fazer meu mestrado! Ou seja, podem se preparar para comparecer em pelo menos uma das minhas comemorações de aniversário, pois elas também valerão como despedida oficial – não se esqueçam do Engov e das máquinas fotográficas, o Festivo del Nicole 2003 certamente será inesquecível!
* Voltei a treinar, depois de quase três meses parada. É impressionante como aquilo me faz falta, como estar dentro do dojo junto com meus colegas me dá prazer, como meu corpo se anima toda vez que cai naquele tatame. Toda vez que paro de treinar por um tempo e volto, me pergunto como consegui ficar tanto tempo sem tudo isso. E sim, pretendo continuar treinando em Londres, já até conheço um pessoal de lá (resquícios de minha viagem ao Japão, hehehe).
* Apesar dos desfalques do meio do caminho (uma casa e algumas desistências), o feriadão da Semana Santa em Ubatuba está confirmadíssimo, e estarei muitíssimo bem acompanhada.
* Continuo procurando trabalho: tenho um bom currículo e referências, logo não se acanhem em oferecer vagas!
Querem saber uma coisa que adoro? Pessoas que, quanto mais você conhece, mais quer conhecer. Gente interessante, inteligente, que nunca cansa de me surpreender de maneira positiva. Existem inclusive aqueles para quem até mesmo os defeitos caem bem (claro que não estamos falando de falhas de caráter, mas de defeitinhos comuns do dia a dia, que todos nós possuímos), ajudam a compor uma personalidade marcante. Sou fascinada por pessoas em geral, mas esse tipo de pessoa em particular me encanta demais.
Num tópico relacionado, estou vivendo uma coisa inédita para mim: estou com todos os sintomas do que chamamos vulgarmente de paixonite aguda, mas sem o desespero e a sofreguidão que costumam estar relacionados a este estado. Pelo contrário, a sensação mais comum para mim no momento é a tranqüilidade, provocada por uma certeza quase sobrenatural de que as coisas estão acontecendo exatamente como deveriam, no momento adequado. Chega a ser assustador de tão gostoso – mas isto não é uma reclamação, muito pelo contrário!
O pior é que posso dizer com total honestidade que nunca senti isso antes, por mais chavão que isso possa parecer!
Creio, no entanto, que a melhor parte é não estar preocupada com o que vai acontecer daqui pra frente, porque sei que, seja lá o que for, serão coisas boas…




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