Mood: Saudosa
Music: Aconchego, Elba Ramalho
Quando o inverno começa e os dias começam a ficar mais curtos, a saudade bate mais forte e o coração sempre aperta um pouquinho.
Mood: Saudosa
Music: Aconchego, Elba Ramalho
Quando o inverno começa e os dias começam a ficar mais curtos, a saudade bate mais forte e o coração sempre aperta um pouquinho.
Mood: Festaaaa!
Music: Ready To Go, Republica
Este fim de semana promete ser animado: muito em breve parto para o tradicional Guanabara, meu reduto de forrós dominicais e outros eventos sociais. O motivo da bagunça de hoje é a presença de Sérgio Machado e Alice Braga, respectivamente o diretor e a atriz principal de Cidade Baixa, filme tupiniquim que está passando no Festival de Cinema de Londres. Como qualquer coisa é desculpa para os meus amigos se reunirem, vamos fazer sala pros famosos.
Amanhã pretendo ir à sessão de imprensa de Elizabethtown e ao meio-dia vou à inauguração de uma loja na Oxford Street que é novo emprego da Aline. Não sei o que farei à noite ainda, mas é só uma questão de tempo. E domingo tem forró, claro, principalmente porque há três semanas não apareço por lá. Se eu não postar nada no fim de semana, não me levem a mal.
Mood: Confusa
Music: This Kiss, Faith Hill
Queria mudar o layout do meu blog, mas não tenho tempo de fazer um novo direito. Queria hospedá-lo num lugar decente, mas não quero perder todos os comentários e posts passados. Será que quero coisas demais?
Estou atualizando minhas listas de contatos no MSN e no Skype. Ficaria muito feliz se vocês me mandassem uma mensagem ou comentário com os emails que vocês usam/seus usernames – amigos reais e virtuais são igualmente bem-vindos.
Mood: Nublada
Music: Constant Craving, k. d. lang
Sim, sou maria-vai-com-as-outras e copiei isto daqui. Não reclamem – é uma boa chance de vocês me conhecerem um pouquinho melhor.
Sete coisas que odeio ou me assustam
- Arrogância
- Pimentão (tá, não odeio, mas não curto muito)
- Estar longe da família e de quem amo
- Calor excessivo
- Gente que fala mal do que não conhece
- Intolerância racial/religiosa/cultural
- Guerras
Sete coisas que adoro
- Conversar com pessoas inteligentes
- Aprender coisas novas
- Viajar, sempre!
- Cheesecake
- Massagem nos pés
- Passar a noite em claro em boa companhia
- Escrever
Sete coisas importantes no meu quarto
- Laptop
- Livros (muitos!)
- Tapete, colcha e almofada feitos pela minha mãe
- Lontra de pelúcia
- Nanica (não perguntem)
- Fotos dos meus amores no Brasil
- Poster do Rio
Sete fatos aleatórios sobre mim
- Choro até em comercial de televisão
- Só comecei a beber depois de terminar a faculdade
- Fui na gravação do Clube da Criança quando tinha sete anos, mas não cheguei a participar
- Sempre fui notívaga e meu pai me apelidou de “Dama da Noite” quando eu tinha uns 10 anos
- Não faço rascunhos e raramente releio o que escrevo
- Comecei a me irritar com turistas depois de me mudar pra Londres
- Já desmaiei cinco vezes (três numa mesma ocasião)
Sete coisas que pretendo fazer antes de morrer
- Voltar ao Japão
- Escrever pelo menos um livro
- Ter pelo menos um filho
- Viajar o máximo que eu puder
- Ler (e entender) filosofia em alemão
- Nadar com golfinhos
- Casar e ser feliz pra sempre 
Sete coisas que sei fazer
- Massagem
- Dançar
- Surpreender os outros
- Cantar a música do Jaspion em português
- Passar camisa social
- Podar flores e arbustos
- Origami
Sete coisas que não consigo ou não quero fazer
- Usar drogas
- Não reclamar de um serviço mal-feito
- Dobrar a língua
- Viver sem música
- Deixar de seguir meus princípios
- Andar de bicicleta (mas estou aprendendo!)
- Doar sangue (não posso)
Sete coisas em que acredito
- Finais felizes
- Deus
- Guarda-chuvas são uma raça alienígena
- Todo mundo é lindo e todo mundo é f*da pra alguém
- Amor verdadeiro e incondicional
- Algumas pessoas são más por natureza
- Sorrisos abrem portas
Sete coisas que eu sempre digo
- “Bom dia!”
- “Could be…”
- “Com certeza!”
- “Ixi!”
- “Hahahaha!” (ou qualquer outro tipo de risada)
- “Bora!”
- “Nhé”
Sete homens famosos que eu pegaria fácil
- Matthew MacFadyen
- Clive Owen
- Tom Welling
- Johnny Depp
- Jake Gyllenhaal
- Hugh Jackman
- Goran Visnjic
Mood: Odeio segunda-feira
Music: King Of The Mountain, Kate Bush
Sempre tenho ótimas idéias para posts quando estou longe da internet, mas meus insights brilhantes normalmente desaparecem da minha mente assim que tenho acesso a um computador. O pior é que ando sempre com papel e caneta à mão e poderia facilmente anotar os pensamentos que me ocorrem durante os momentos de relaxamento e as raras epifanias, mas por alguma razão obscura isso nunca acontece. Talvez seja a hora de começar…
O fim de semana foi agitado mas terminou de forma bem tranqüila. Na sexta fui a um bar em Covent Garden para a festa de aniversário/despedida temporária (três meses no Brasil – invejinha!) de uma amiga, com direito a uma saída estratégica no meio do caminho para assistir a No Tan Nuestras, um documentário argentino sobre um veterano da Guerra das Malvinas. Foi interessante ter um ponto de vista diferente sobre este conflito tão particular, próximo da nossa realidade mas ao mesmo tempo tão distante por conta da rivalidade entre nossos países. No filme fica claro o vasto abismo entre os exércitos argentino e britânico, mas também a humanidade que os torna semelhantes.
Sábado teve TV Pirata, almoço num pub à beira do rio (com direito a um pôr-do-sol deslumbrante!), teatro e mais uma festa – desta vez a inauguração para o público da Toca dos Mongos, nome carinhoso da casa nova de três amigos brasileiros. Tinha tempo que eu não bebia tanto quanto no sábado, mas até que meu metabolismo se comportou direitinho e nem fiquei de ressaca no domingo.
O que me assustou foi a semelhança macabra entre a peça a que assisti no sábado e os acontecimentos em Birmingham na mesma noite. Playing With Fire fala sobre política, diversidade e relações entre os ingleses “nativos” e imigrantes de vários lugares, especialmente da Ásia (Paquistão, Índia e Bangladesh) e do Caribe. Numa cidade fictícia do norte da Inglaterra, a inclusão de legislação e projetos de inclusão para melhorar a vida dos imigrantes acaba gerando fricção dentro da comunidade – os ingleses brancos não entendem por que os benefícios também não se aplicam a eles, e o conflito escala até gerar uma onda de crimes e brigas na rua.
Birmingham passou o fim de semana em estado de alerta por causa de um boato de que uma menina negra foi estuprada por um grupo de rapazes asiáticos. A bagunça começou no sábado à noite, quando gangues de jovens de ambos os lados se enfrentaram em diversos pontos da cidade, causando mais de 80 incidentes diferentes e uma morte. Mais confusão se seguiu no domingo, mas por sorte começou a chover pesadamente na região, o que parece ter desencorajado os baderneiros. Como sempre acontece, criminosos se aproveitaram da situação para saquear lojas e restaurantes.
Os protagonistas podem ter sido diferentes na peça e no mundo real, mas a fonte dos problemas é a mesma: racismo, intolerância e medo do que não é familiar. O rumor que gerou a confusão em Birmingham evidentemente foi só o estopim de uma crise que já existia. A questão da imigração é seríssima em toda a Europa, e na Inglaterra parece ser um pouco mais complexa porque os imigrantes vêm de lugares e culturas completamente distintos, formando um caldeirão muitas vezes em ebulição.
(Acabei de perceber que me empolguei e escrevi um testamento. Quem quiser saber mais sobre a situação de Birmingham pode visitar a página da BBC.)
P.S.: Obrigada pelas sugestões anti-ratos, meninas, mas não posso ter animais de estimação na minha casa (está no contrato de aluguel). Adoraria ter um gatinho se pudesse, já que não teria tempo pra cuidar de um cachorro, minha paixão de verdade.
Mood: TGI Friday
Music: Let’s Dance, Donna Summer
Nunca morei em casa antes de vir para Londres, e as únicas criaturas que costumavam incomodar nossa paz doméstica no Rio eram formiguinhas e ocasionais baratas voadoras no verão. Desde maio, no entanto, minha casa teve dois hóspedes menos do que desejáveis – ratinhos.
O primeiro visitante foi bem audaz. Estava eu sozinha em casa, assistindo televisão na sala, quando notei um movimento no canto do meu campo de visão. Quando me virei, tinha um ratinho me encarando, desses pequenos e cinzentos que aqui existem aos montes no metrô. Ele (ou ela, não sei) ficou parado por dois segundos e depois saiu correndo para fora da sala. Tentei seguir o bichinho para saber onde ele se escondia, mas o salafrário foi mais rápido do que eu e desapareceu antes que eu pudesse alcançá-lo.
Avisei às meninas que moram comigo sobre a presença do rato, e alguns dias depois uma delas encontrou o pequeno cadáver do intruso atrás do gaveteiro em seu quarto (ainda bem que não era o meu, eca!). Não nos preocupamos muito mais com ratos, embora tivéssemos feito uma nota mental para pedir à administradora que desratizasse a casa.
Algum tempo depois, minha outra housemate cruzou com outro visitante, desta vez na cozinha. Foi um breve encontro, e o invasor também conseguiu fugir graças ao estado de choque em que a donzela ficou ao ver o roedor. Como não houve outro incidente, imaginamos que o rato tenha ido morar em outras paragens.
Isso foi há uns dois meses atrás. Esta semana pensei em comer um pedaço de um chorizo espanhol que comprei há algum tempo e estava guardado no armário, mas quando peguei o dito cujo havia um buraco no pacote grande o suficiente para eu colocar um dedo ali dentro. Evidentemente, um de nossos visitantes decidiu por bem comer meu chorizo já que eu não o tinha feito ainda. Isso é pra eu aprender a não ficar guardando comida por muito tempo – acabei tendo que jogar fora o pacote inteiro na dúvida (ratos não são as criaturas mais higiênicas da face da Terra). Morar no “Primeiro Mundo” tem suas desvantagens…
Mood: Letárgica
Music: Pain Lies on the Riverside, Live
Não sei se é o antibiótico que está tendo um efeito meio doido e me deixando um pouco mole ou se é mais uma gripe (a enésima do ano) querendo me pegar, mas passei esse fim de semana todo meio grogue, meio mais ou menos. Nem ao forró eu tive ânimo de ir, pra vocês verem como a situação está periclitante. Hoje acaba o ciclo do remédio, entretanto, e provavelmente amanhã saberei se a disposição foi afetada pelas drogas pesadas que ando tomando ou por algum outro motivo.
Acabei indo ver Serenity no sábado – pra quem não sabe, é um longa baseado na falecida série de TV Firefly, criada por Joss Whedon, o mesmo de Buffy e Angel. O filme se mantém fiel ao espírito do seriado, com bastante humor e ação, e a trama é bem amarrada para que mesmo quem nunca assistiu à série possa se divertir. Nunca fui viciada em Firefly e só vi alguns episódios isolados, mas o filme me deu vontade de pegar o DVD e ver tudo de uma vez. Talvez eu faça isso quando acabar de ver tudo de Babylon 5. Nerd, eu? Imagina!
Mood: Preguiçosa
Music: Protection, Massive Attack
Depois de me divertir com os posts em portunhol nos blogs alheios (vide abaixo) e de ter um ligeiro piripaque no olho (que já está sob controle), ontem fui ao cinema para assistir a Kiss Kiss, Bang Bang, estréia na direção de Shane Black, conhecido por ser o roteirista da divertida série Máquina Mortífera. KKBB representa também um retorno às telas de dois atores famosos: Robert Downey Jr. e Val Kilmer. Os dois estão geniais nesta comédia/thriller de humor nigérrimo sobre Hollywood e a indústria cinematográfica, com todos os seus podres à mostra. O filme tem de tudo: ação, romance, mistério e muitas, muitas gargalhadas. Fui numa pré-estréia e com certeza vou vê-lo de novo em breve (depois que estrear oficialmente, o que deve ocorrer por aqui em novembro).
Devo ir ao cinema hoje de novo por dois motivos importantes:
1) Tem vários filmes legais que quero ver
2) Estou pobre, mas graças à minha carteirinha mágica vou ao cinema de graça!
Interrompemos nuestra programación normal para marcar una importante data comemorativa: Lo Dia Internacional de Hablarse Portuñol. Como jo pasei lo final de semana practicando este idioma belísimo en Madrid, no podría dejar de hacer mi contribuizón. Arriba, arriba, arriba, andale andale andale! Ay caramba!
Mood: Internética
Music: Make Your Own Kind of Music, Cass Elliot
Estou me divertindo aqui no escritório (meu chefe está trabalhando de casa – quando os gatos saem, os ratos fazem a festa!) graças aos amigos Alexandre Maron e Cristiano Dias. Passei boa parte da manhã escutando os podcasts do RadarPop, blog coletivo que os supracitados senhores mantêm. Os programas, como o blog, falam sobre cinema, TV, música, quadrinhos, games, internet e outras inutilidades, sempre de maneira bem-humorada e interessante. O segundo episódio, por exemplo, traz uma entrevista do Alexandre com os criadores do famoso filme do Bátema, aquela pérola da dublagem caseira que virou febre nacional. Ouçam, vale a pena!
(Sim, é propaganda descarada. Mas o programa é bom mesmo, e eles merecem a divulgação!
)
Mood: Elétrica
Music: Golden Brown, The Stranglers
Comida à beça, noitadas animadas, amigos divertidos – este foi o saldo de meu fim de semana prolongado em Madri. Teve churrasco (duas vezes!), pub crawl em La Latina, “Do it! Do it!”, pouco sono e muita farra. Re-visitei o maravilhoso Parque del Retiro e peguei ônibus pela primeira vez (quando estive lá em 2003, só andamos de carro e metrô). É por essas e outras que adoro morar na Europa – duas horas de vôo e estou num país completamente diferente. E isso porque nem voei com uma das linhas aéreas baratex que tem por aqui porque estava com preguiça de me deslocar até Stansted…
Agora falta só ter tempo de transferir as fotos da máquina para o computador, editá-las e publicá-las no Fotolog. É mais difícil do que parece!
Mood: Ibérica
Music: A Mi Manera, Gypsy Kings
Estou escrevendo diretamente de Madri, onde estou confortavelmente (ainda que temporariamente apenas) instalada na casa da amida Debbie. Cheguei estar tarde e vim direto para cá, onde fui alimentada e bati papo com minha anfitriã. Agora estou relaxando um pouco porque, diferente de Londres, a noite aqui é como no Brasil – começa tarde e vai até de manhã. Tenho que recuperar minhas energias já que não estou mais acostumada com o ritmo latino de gandaia!
Não sei quando vou escrever novamente, então desejo um ótimo fim de semana para todos, e hasta pronto!
Mood: Pobre
Music: The Boys Are Back In Town, Thin Lizzy
É nisso que dá inventar moda e dar azar ao mesmo tempo: gastei mais dinheiro do que eu devia e/ou podia este mês e agora estarei pobre pelas próximas três semanas. Isso não seria um problema se eu não estivesse de viagem marcada para Madri nesta sexta-feira. Ainda bem que a passagem já está paga e vou ficar em casa de amigos, senão eu teria que cancelar a bagaça ou me endividar ainda mais no cartão de crédito. Saudade dos tempos em que eu podia contar com a ajuda da minha mãe pra tapar meus rombos bancários…
Seguindo a linha “pobre mas feliz”, tirando a falta de dinheiro (com a qual eu já estou acostumada – afinal, jornalista ganha mal em qualquer lugar do mundo), a vida vai muito bem. Hoje à noite irei à festinha de despedida da Julia, que volta para o Brasil nesta quinta depois de um ano por essas bandas fazendo mestrado. Vou, mas não pretendo consumir nada, e jantarei em casa para conter despesas. O que conta é a presença, afinal!
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